Tomar decisões sobre quem cuida da nossa saúde nunca é simples. Com tantos caminhos possíveis, optar por atendimento particular pode soar como um privilégio, ou, para alguns, até uma necessidade diante da realidade do setor público. Como médica, já ouvi diversas perguntas sinceras nesse momento: “Vale investir? O que realmente muda na prática? Como saber se é a escolha certa para mim ou para um familiar?”. Aqui, compartilho o que considero essencial para essa avaliação, incluindo minhas experiências acompanhando pacientes e o modelo de atendimento da Dra Melissa Hissami Simão, que representa bem esse tipo de cuidado personalizado.

O cenário da saúde no Brasil

Antes de falar sobre detalhes, preciso citar um cenário que todos nós enfrentamos ou ouvimos: o sistema público de saúde sobrecarregado. Dados indicam que 93% da população brasileira está insatisfeita com os serviços de saúde, destacando dificuldades de acesso, demora para ser atendido e limitações principalmente em cirurgias e procedimentos específicos (Datafolha).

Além disso, há estatísticas que apontam para uma distribuição desigual de especialistas e equipamentos, como revela o levantamento Demografia Médica 2025: se, de um lado, existe concentração de profissionais no setor privado, de outro, faltam equipes completas no serviço público, impactando diretamente a disponibilidade de determinados atendimentos.

Tratar pessoas leva tempo – e tempo faz toda a diferença na experiência de cuidado.

O que muda ao escolher atendimento particular?

A forma de atendimento no particular é marcada por características próprias. Um grande exemplo é o que vejo acontecer nas consultas da Dra Melissa Hissimi Simão, onde o cuidado não se restringe à doença, mas envolve o paciente como um todo. O tempo destinado a cada pessoa (consultas com duração média de 1h30) permite que expectativas, medos, histórias familiares e detalhes realmente sejam ouvidos.

  • Agilidade: consultas, exames e retornos podem ser marcados com menos espera.
  • Autonomia do paciente: há espaço para participação ativa na decisão sobre tratamentos.
  • Flexibilidade: horários, formatos e até o local do atendimento (presencial, online ou em domicílio) ficam sob escolha do paciente.
  • Cuidado personalizado: abordagem individualizada com foco não só físico, mas também emocional e social.

Isso faz diferença principalmente para quem precisa de acompanhamento prolongado, idosos ou pessoas com doenças crônicas, onde conexão e consistência no cuidado são centrais.

Aspectos financeiros: custo versus valor

O atendimento particular, naturalmente, exige desembolso direto do paciente. Não há como ignorar que, para muitos, esse é um dos principais fatores de decisão. Na minha experiência, alternativas como pagamento via PIX (como pratica a Dra Melissa Hissami Simão) facilitam o processo, mas é fundamental refletir: qual valor isso representa na minha vida e nas minhas prioridades?

Uma pesquisa recente aponta que boa parte dos custos com medicamentos no setor público está ligada à judicialização – ou seja, recursos são usados não para ampliar acesso, mas para resolver impasses legais. No privado, embora o gasto venha direto do bolso, há previsibilidade e clareza sobre o que será investido e recebido.

Médica conversando com paciente em consulta detalhada

Duração e qualidade do atendimento

Qual o tempo que um médico consegue dedicar a você? Muitas histórias que escuto giram em torno do sentimento de “passar rápido” por consultas. No caso do atendimento oferecido pela Dra Melissa Hissami Simão, cada consulta dura cerca de 1h30, um contraste grande em relação à média do setor público ou de convênios, onde o tempo costuma ser reduzido. Isso permite compreender sintomas, contexto familiar, rotina, hábitos e o que realmente importa para o paciente.

Consultas longas são um convite à escuta ativa, possibilitando discutir dúvidas e alinhar expectativas de cuidado. Acho fundamental, sobretudo, quando falamos sobre idosos ou pessoas em situação de vulnerabilidade.

Humanização: escuta e decisão compartilhada

O termo “cuidado humanizado” pode soar abstrato, mas para mim, é algo muito concreto. No universo do atendimento particular, e sobretudo quando aliado a uma proposta de medicina integral e escuta ativa, como faz a Dra Melissa Hissami Simão, vejo na prática consultas nas quais o paciente expõe tudo: angústias, projetos, temores e conquistas. O tratamento não é apresentado como receita pronta, mas sim como resultado de um diálogo franco.

Lembro de um idoso, paciente recorrente da Dra Melissa, que se sentia perdido em consultas rápidas de outros modelos. Na atenção particular, aos poucos, revelou dificuldades emocionais e ajustes na rotina, promovendo um novo olhar sobre seu tratamento e melhorando inclusive a adesão aos remédios. Isso não aparece em protocolos, mas muda vidas.

A relação médico-paciente precisa de tempo para amadurecer. O valor disso é imenso.

Atendimento em casa e online

Outro ponto relevante é a acessibilidade. Pessoas com dificuldade de locomoção, restrições severas ou familiares sobrecarregados podem se beneficiar do atendimento domiciliar. A oferta de consultas online amplia a comodidade e reduz deslocamentos desnecessários, mantendo a qualidade do contato. Em minha visão, isso facilita muito o seguimento de casos crônicos e de idosos, trazendo conforto e continuidade.

Quem tiver interesse em saber mais sobre as vantagens, pode se aprofundar na seção sobre atendimento domiciliar no blog.

Retired couple sleeping on each other

Confiança e tranquilidade: impacto emocional

Para além do diagnóstico, um benefício pouco citado, mas muito sentido, é o sentimento de segurança. Ter um médico de referência, saber que será ouvido sem pressa e ter espaço para discutir preocupações, contribui para uma experiência de saúde mais leve. Eu percebo que o clima de confiança, como o que se constrói nas consultas da Dra Melissa Hissami Simão, é um fator de bem-estar para adultos, idosos e suas famílias.

Quando vale a pena considerar o particular?

Na minha opinião, o atendimento particular faz sentido quando você:

  • Busca acompanhamento longitudinal e personalizado
  • Precisa de maior privacidade e tempo em consulta
  • Enfrenta limitações frequentes de acesso na rede pública
  • Valoriza a autonomia e a troca no momento da decisão terapêutica
  • Vivencia situações de saúde em que a agilidade e o contato próximo são decisivos

Recomendo ler também reflexões detalhadas sobre essa escolha em textos como o que esperar de um atendimento humanizado e experiências reais com atendimento familiar.

Conclusão

Minha experiência mostra que optar por atendimento particular é, antes de tudo, uma decisão sobre o tipo de cuidado que queremos para nós e nossa família. Não é simplesmente pagar por um serviço: é escolher proximidade, tempo, e um tratamento desenhado de acordo com o seu contexto. A proposta da Dra Melissa Hissami Simão exemplifica bem isso, acolhimento, atenção às singularidades, decisões conjuntas.

Se você busca esse olhar humanizado para a saúde, faça um primeiro contato. Conheça as possibilidades, tire dúvidas e veja na prática a diferença de um atendimento centrado no respeito e carinho pelo paciente. Saúde pode – e deve – ser uma experiência acolhedora.

Perguntas frequentes sobre atendimento particular

O que é atendimento particular?

Atendimento particular é aquele realizado diretamente pelo profissional ou clínica, sem intermédio de convênios ou o SUS. O paciente paga pelo serviço prestado, normalmente determinando dia, horário e, muitas vezes, personalizando a experiência. Nesse formato, a relação médico-paciente costuma ser mais próxima e o tempo de consulta é mais flexível.

Quanto custa o atendimento particular?

Os valores variam conforme região, especialidade e tempo de consulta. Por exemplo, em modelos como o da Dra Melissa Hissami Simão, há transparência e formas de pagamento facilitadas, como PIX, oferecendo maior previsibilidade. Recomendo sempre avaliar o que está incluso no valor, como tempo de consulta, possibilidade de contato entre consultas e eventuais visitas domiciliares.

Vale a pena optar por atendimento particular?

Optar pelo atendimento particular costuma fazer sentido para quem valoriza tempo, troca, agilidade e proximidade no cuidado. Muitas pessoas relatam mais satisfação e confiança, principalmente em casos que exigem acompanhamento detalhado ou decisões compartilhadas.

Como escolher um bom atendimento particular?

Procure profissionais que pratiquem a escuta ativa, como a proposta vista no trabalho da Dra Melissa Hissami Simão, e que tenham histórico de respeito à individualidade do paciente. Pesquise avaliações, observe a duração e a estrutura da consulta, e certifique-se de que há abertura para diálogo e esclarecimento de dúvidas.

Quais são as vantagens do atendimento particular?

Dentre as principais vantagens estão o tempo de consulta ampliado, cuidado centrado na pessoa, facilidade de agendamento e autonomia na tomada de decisões referentes à saúde. O acompanhamento próximo e personalizado ainda contribui para experiências mais positivas tanto para adultos quanto para idosos.

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